Carro sem mistério

Entenda os tipos de couro usados no revestimento dos carros

Bancos de couro

Ah, o couro, símbolo de status no interior do automóvel. Para muita gente ele é quase uma obrigação para conferir um ar mais sofisticado aos bancos e portas do veículo. Mas, acredite, há tipos e diferenças fundamentais para definir que tipo de material você pode escolher para seu carro.

Obviamente, o couro animal é o material original, usado pela indústria automobilística desde seus primórdios. Como os primeiros automóveis andavam abertos era normal usar o couro animal para proteger bancos já que ele era resistente ao sol e à chuva. Hoje em dia, no entanto, o couro animal é um produto caro e para muitos anti-ecológico. Daí o mercado ter desenvolvido o chamado couro sintético ou “ecológico”.

Trata-se de uma evolução do vinil, material sintético que passou a ganhar qualidade e se assemelhar ao animal, mas com algumas vantagens como o preço mais acessível e a possibilidade de ser desenhado para diversas partes do carro sem perda das formas. Ele perde em relação ao couro animal por não permitir a transpiração e ser um pouco mais desconfortável. Por outro lado, é mais fácil de manter, por exemplo. Muitas marcas de carros de luxo, inclusive, utilizam o couro sintético de forma integral ou combinada com tecidos, resultando em belos revestimentos.

Alcantara

Outro famoso nome associado aos bancos de carros é o “couro Alcantara”, uma denominação errada de mais um produto sintético. Criado no Japão na década de 70, o tecido que daria origem ao Alcantara era uma composição de microfibras de poliéster e poliuretano que possuía uma superfície aveludada e confortável. A ideia era imitar a camurça, essa sim de origem animal e uma camada mais delicada do couro cuja textura é bastante agradável.

Embora tenha sido preterida no início a Alcantara ganhou espaço assim como o couro sintético e hoje é usada em modelos sofisticados.

Revestimento do volante em Alcantara

Siga a Jocar

Acompanhe nossas redes sociais!

Video

Fusíveis automotivos - para que servem e como trocar