Carro sem mistério

Cuidado ao interpretar a capacidade de um porta-malas

Porta-malas do Toyota Yaris

Quando estamos buscando um carro novo um dos pontos cruciais na escolha é conferir o tamanho do porta-malas. Dependendo do modelo fica inviável para um consumidor optar por um veículo que não comporte a bagagem de uma família por exemplo. Mas mesmo diante da informação da fabricante podemos acabar se confundindo. A razão é que existem duas formas de medir o volume do bagageiro de um carro.

Sim, é preciso prestar atenção no método de medição para ter uma ideia mais clara sobre a real possibilidade de levar bagagens ou outros apetrechos nele. Existem duas metodologias usadas pela indústria para isso, a VDA (criada pela indústria automobilística alemã) e a que utiliza sacos com água, por exemplo.

Qual a diferença? No método VDA são utilizados tijolos de isopor ou madeira com 20 cm de comprimento, 10 cm de largura e 5 cm de altura, ou seja possuem 1 litro cada. Eles são então acomodados no porta-malas até o nível dos vidros e então temos a capacidade em litros. Já no método do saco com água é medida quantos litros conseguem ser inseridos no espaço do bagageiro.

Parecem métodos corretos mas que na prática têm diferenças. Ao usar um líquido o espaço disponível é maior, mas isso não significa que você consiga utilizá-lo por inteiro por conta da “cubagem”, ou seja, a possibilidade de encaixar os volumes da melhor maneira possível. Por essa razão, o método VDA é mais realista e pode ser cerca de 20% menos do que com o uso de sacos de água.

Ou seja, se você estiver de olho num carro preocupado com o tamanho do porta-malas procure saber se o valor informado foi obtido pelo VDA.

 

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